Sobre ser olhos, ouvidos e <3 das leitoras de Viva Linda no SPFW

por Bárbara Souza, repórter e redatora do portal Viva Linda

O dia a dia da redação do portal Viva Linda é uma correria só. Mas nada comparado à cobertura de um evento. No início do mês, a Babizinha, nossa repórter e redatora, debutou em uma cobertura de São Paulo Fashion Week e conta aqui pra gente como foi essa muvuca.

Um dia quando era criança minha mãe me perguntou se eu tinha alguma preferência de escola para estudar. Sem pensar muito, respondi com outra pergunta: pode ser na escola de samba? Eu até gostava de dançar, mas não gostava muito de samba, tampouco de carnaval, o que me atraia naquele lugar era mesmo as pessoas que, da janela do carro do meu pai, pareciam muitas e cheias de energia. Pode parecer uma analogia bastante estranha mas, para mim, passar uma semana trabalhando no São Paulo Fashion Week tem o mesmo tempero que eu queria para os meus dias na infância: gente e movimento – muitas coisas acontecendo.

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Sim, o evento é de moda, trata de beleza, mas tem como ingrediente principal a essência vibrante das tantas pessoas diferentes que passeiam pelos corredores, lounges e passarelas. Uma mistura de estilos e personalidades (e põe personalidade nisso!) que provam: cada vez mais a moda é feita de gente, do que elas pensam e vivem, e há tempos deixou de ser algo estanque que dita o jeito que as pessoas devem ser. A regra agora é simples: ser você mesmo. E a cada passeio pelos corredores essa impressão se confirmava.

Muita gente, muita coisas acontecendo e tudo muito ao mesmo tempo. (Quando, afinal, teria a experiência – e oportunidade – de fazer quatro matérias ao mesmo tempo?) Pessoas reais nos corredores, vivências em lounges, bate-papo na área aberta, lanche nas food trucks… incrível como a passarela foi só mais um encanto do evento.

Na sala de imprensa, uma verdadeira dança das cadeiras acontecia. Era correr para cobrir, sentar para escrever, correr para entrevistar, sentar para escrever, correr para observar, sentar para escrever, num movimento cerebral louco de colher e materializar todos aqueles conteúdos numa velocidade bastante incomum. Sempre ao som extremamente alto e vibrante dos desfiles que aconteciam na sala 1, ao lado da sala de imprensa.

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E se trabalhar no SPFW já foi de uma gostosice só, trabalhar no SPFW “sendo O Boticário” foi melhor ainda. “Oi, com licença, meu nome é Bárbara e eu sou repórter de Viva Linda com O Boticário” – incrível como essa frase tinha o poder de abrir um sorriso no rosto de quem fosse. Era como se as pessoas, automaticamente, me reconhecessem como uma amiga. E teria como ser diferente? O lounge de MakeB era como uma extensão do evento, a sala de estar das fashionistas, e foi por lá que a gente continuou se virando nos 30.

Tutoriais, entrevistas, cobertura dos bate-papos que aconteciam no lounge… aquele local virou a nossa segunda redação e a cena era sempre a mesma: enquanto as pessoas, fashionistas e blogueiras viviam aquele espaço incrível, a gente traduzia tudo aquilo em conversas  para fazer com que quem tivesse em casa vivesse tudo aquilo com a gente também. Vivi e senti como queria que cada leitora de Viva Linda vivesse e sentisse. E posso assegurar: foi muito, muito bom, ser olhos, ouvidos e coração das leitoras!


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O balanço? 40 horas de trabalho, 39 matérias publicadas em Viva Linda, 01 bloquinho de anotações acabado, pés cansados, amigos incontáveis, risadas infindáveis e um coração transformado. E espero que assim tenha sido, independentemente do grau, para quem levamos ao SPFW nessa incrível mala chamada Viva Linda. <3

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