“Leiauteando” a oficina que quer levar a direção de arte para todos

por  Thiago Padilha, diretor de arte na W3haus

Que a W3haus é uma celeiro de talentos, isso não é novidade. Novo é que muitos desses talentos resolveram compartilhar seus conhecimentos por aí. E mais novo ainda é o curso que o Padilha vai dar na semana que vem.

 

A pilha é transmitir conhecimentos básicos de design e direção de arte para quem não trabalha diretamente com isso, mas que sofre para demonstrar suas ideias de maneira visual. Não precisa chorar não, com algumas dicas e sem dor dá pra fazer as ideias voarem, ficando ainda mais bonitas. Há uma busca quase espiritual por sintonia visual do que somos, sentimos e expressamos verbalmente. Levando em conta, neste caso, o meio digital por onde flui a nossa mensagem todos os dias.

 O amor e cuidado que rola na concepção criativa de nossas ideias e no raciocínio das informações que queremos passar adiante pode se perder no momento de tirar do “papel” e colocar na “tela”. É como quando você imagina o que dizer pra quem ama, mas na hora gagueja e acaba falando o que não gostaria. Pequenas noções de design podem salvar uma apresentação, ajudar a vender melhor o seu peixe, criar uma identidade bacana da sua presença visual nas redes sociais e até fazer aquele “convite” de aniversário encher os olhos.

Onde essa ideia nasceu?

 A oficina ganhou vida na W3haus inspirada pelo universo de empatia que a agência tem. Já tinha o projeto há um certo tempo e um dia acordei disposto a pôr ele em prática, chamei uma amiga e colega de trabalho (Fernanda Maciel) para ser minha dupla de coração na condução dos encontros e montei uma apresentação “vendendo” a oficina da maneira mais “leve” possível, brincando com o assunto e deixando menos polêmica a direção de arte. Leveza é a primeira dica da oficina. Direção de arte é como um artesanato, se você pesar a mão o material pode se quebrar e uma boa ideia pode ir fora

;)

A turma contava com profissionais de social media, planejamento, tecnologia, criação, mídia e atendimento o que deixou ela ainda mais rica. A aproximação de várias áreas é positiva e quando você se aproxima do conhecimento da direção de arte cria um novo braço, uma nova lógica para comunicar o que trabalha, pensa, sente. A experiência da oficina foi toda muito divertida, as dificuldades comuns a quem não trabalha com design foram perdendo o caráter fantasmagórico tradicional virando grandes oportunidades para os oficineiros perceberem o quão normal é encontrar limitações na hora de se expressar visualmente em meios digitais. Uma das nossas inspirações foi o cantor Naldo Benny, o som dele foi frequente nas aulas e suas fotos ilustraram muitas das lições das aulas.

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 Semana que vem vai rolar uma oficina de duas noites seguindo os moldes de empatia que fizeram ela surgir na W3, porém com muito mais exemplos, possibilidades e um exercício prático bem divertido no final. Vem-ca-gente!! Juliana está desmaiada, vai ter momentos relaxantes ao som de Naldo (laboral), gente bonita aprendendo a layoutar a vida. Utilizamos técnicas inspiradas nas “correntes” que nossas tias mandam por email, tipo, o que você aprender precisa passar pra mais 10 pessoas (não sei se funciona, mas vai ajudar a não esquecer o conteúdo da oficina).

 

Mais infos da oficina : http://bit.ly/1Et6d99

Vamooo!!

 

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