Nós estamos dentro da Hora do Código!

Movimento que acontece em dezembro no mundo todo, acontece também no NCGroup

Bill Gates, Mark Zuckerberg e até o Will.I.am já disseram que saber linguagem de programação é essencial para o futuro das pessoas.

Como a nossa ideia é ser um grupo cada vez mais responsável, engajado e inovador, o Nonconformity Group vai apoiar o Hour of Code, um movimento internacional que quer expandir o ensino da ciência da computação nas escolas e para o público em geral. A ideia da Code.org, organização que encabeça esse movimento, é desmitificar a programação e mostrar que qualquer pessoa pode aprender a programar.

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De 8 a 14 de dezembro, o Code.org vai organizar o que eles estão chamando de “O maior evento de aprendizagem em programação da história”. Esse movimento já alcançou mais de 15 milhões de pessoas na Hora do Código do ano passado e este ano promete fazer arrasar também aqui no Brasil.

Por isso, nós vamos promover workshops de Linguagem de Programação para mais de 90 funcionários do grupo. A primeira edição acontece na sede da W3haus em São Paulo, no dia 11 de dezembro.

“Aprender a programar ajuda não só na execução de plataformas digitais, mas na organização do pensamento e do raciocínio lógico. Será tão importante no futuro como falar outros idiomas.”, é o que acredita nosso CEO, Tiago Ritter.

O curso vai ser ministrado pela desenvolvedora back-end Inajara Leppa, da Huia (produtora digital do NCG), com o apoio de Tiago Niederauer e Paulo Araújo da W3labs (área de inovação da agência). A Ina está engajada neste projeto da Hora do Código desde 2013 quando ensinou programação para diversas pessoas, incluindo alunos de uma escola pública em Guaíba-RS.

Bora programar, povo!

 

 

 

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Ensinando linguagem de programação

por  Inajara Leppa, desenvolvedora back-end da Huia

A Inajara se engajou na iniciativa de ensinar linguagem de programação no ano passado, na cidade de Guaíba, onde ela mora, e esse ano vai ensinar também para os colegas do Nonconformity Group. E nós desafiamos a Ina a escrever sobre programação e como tudo isso começou…

Como eu comecei a ensinar programação

No ano passado eu estava em uma palestra da pós-graduação e o palestrante falava sobre desafios pessoais e que deveríamos investir nos nossos sonhos. Naquele momento tive o impulso que eu precisava para dividir o conhecimento que eu tinha e ensinar pessoas a programar. Assim que cheguei em casa, fui procurar algum site de referência e encontrei o code.org, que é um portal do movimento mundial de ensino da programação cujo o lema é “Qualquer um pode aprender a programar”.

Isso aconteceu no final do ano passado e, coincidentemente, em dezembro aconteceria a Semana do Código em que qualquer um que tivesse noções de programação poderia ensinar outra pessoa e assim fazer parte do movimento. Pronto! Eu já tinha um incentivo! Comecei a pensar em locais que eu poderia realizar as oficinas, em escolas, na minha própria casa… Até que decidi realizar na escola que eu me formei em 2009 e onde comecei a aprender sobre programação, a Escola Técnica Dr. Solon Tavares, em Guaíba (RS). Entrei em contato com uma professora e ela adorou a ideia e no dia 14 de dezembro eu ministrei a primeira oficina. Foi muuuuuuuuito legal, o feedback do pessoal foi muito positivo e pra mim foi uma grande realização. ;)

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A Hora do Código

No ano passado o movimento Hora do Código foi muito grande lá fora e teve apoio de muitas pessoas famosas como Mark Zuckerberg, Bill Gates, Will.i.am, entre outros. Aqui no Brasil não se ouvia falar muito sobre esse assunto, apenas alguns lugares isolados e pessoas (assim como eu) se interessaram em passar o conhecimento dessa habilidade que faz com que você possa criar coisas incríveis! Mas esse ano o evento se repete e espero que tenham muitas e muitas empresas e pessoas que se engajem nessa ideia e que percebam que programar é o futuro.

Uma amiga minha sempre diz que “Programar é poder”, e eu concordo com ela. A programação dá poder de criar coisas e de melhorar a vida das pessoas. Quem aprender a programar hoje, vai estar um passo a frente amanhã.

Porque é importante saber lógica de programação mesmo que você não queira ser um programador.


Lógica de programação ajuda a pensar de uma forma mais lógica, isso pode parecer redundante, mas é exatamente isso o que acontece. Quando se está em frente a um problema e você precisa resolvê-lo, saber lógica vai ajudar a pensar na melhor forma de solucionar.

Sem perceber, as pessoas já utilizam a lógica no seu dia a dia. Quando você vai atravessar a rua e só atravessa quando o sinal estiver fechado, está sendo utilizada lógica. Existem muitos benefícios em aprender programação como a estimulação do raciocínio, da criatividade e do pensamento crítico.

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Lógica de programação desde os primeiros anos de vida de uma pessoa.

Quando somos crianças, aprendemos as coisas muito mais rápido do que quando somos adultos. Crianças que hoje têm entre 0 a 5 anos de idade, já nasceram na era tecnológica, costumam brincar com jogos em tablets e celulares ou seja, já têm intimidade com a tecnologia. Pois a programação também deveria fazer parte. Já há no mundo crianças desde os 6 anos estão criando aplicativos e sites para suprir as mais básicas necessidades, e esse deve ser o futuro.

Através de sites interativos, é possível inserir este conhecimento no dia a dia das crianças de uma forma divertida. Em alguns países a programação já faz parte do currículo escolar e logo essa também será uma realidade no Brasil.

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A programação é o novo Inglês (quem não souber o mínimo pode ficar para trás).

Mesmo que você não vá falar com clientes em inglês, trabalhar diretamente com este idioma, o mercado pede para que você saiba o mínimo, como uma necessidade básica. Agora que a tecnologia está expandindo e pode ser aplicada em qualquer área, ter noções mínimas de programações no seu currículo será um diferencial.

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E para fazer parte do movimento o NCGroup promove, neste dia 11 de dezembro, o workshop linguagem de programação na sede da agência em São Paulo, que vai ser ministrado pela Inajara com o apoio do Nieder e do Fofo. ;)

 

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Sobre ser olhos, ouvidos e <3 das leitoras de Viva Linda no SPFW

por Bárbara Souza, repórter e redatora do portal Viva Linda

O dia a dia da redação do portal Viva Linda é uma correria só. Mas nada comparado à cobertura de um evento. No início do mês, a Babizinha, nossa repórter e redatora, debutou em uma cobertura de São Paulo Fashion Week e conta aqui pra gente como foi essa muvuca.

Um dia quando era criança minha mãe me perguntou se eu tinha alguma preferência de escola para estudar. Sem pensar muito, respondi com outra pergunta: pode ser na escola de samba? Eu até gostava de dançar, mas não gostava muito de samba, tampouco de carnaval, o que me atraia naquele lugar era mesmo as pessoas que, da janela do carro do meu pai, pareciam muitas e cheias de energia. Pode parecer uma analogia bastante estranha mas, para mim, passar uma semana trabalhando no São Paulo Fashion Week tem o mesmo tempero que eu queria para os meus dias na infância: gente e movimento – muitas coisas acontecendo.

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Sim, o evento é de moda, trata de beleza, mas tem como ingrediente principal a essência vibrante das tantas pessoas diferentes que passeiam pelos corredores, lounges e passarelas. Uma mistura de estilos e personalidades (e põe personalidade nisso!) que provam: cada vez mais a moda é feita de gente, do que elas pensam e vivem, e há tempos deixou de ser algo estanque que dita o jeito que as pessoas devem ser. A regra agora é simples: ser você mesmo. E a cada passeio pelos corredores essa impressão se confirmava.

Muita gente, muita coisas acontecendo e tudo muito ao mesmo tempo. (Quando, afinal, teria a experiência – e oportunidade – de fazer quatro matérias ao mesmo tempo?) Pessoas reais nos corredores, vivências em lounges, bate-papo na área aberta, lanche nas food trucks… incrível como a passarela foi só mais um encanto do evento.

Na sala de imprensa, uma verdadeira dança das cadeiras acontecia. Era correr para cobrir, sentar para escrever, correr para entrevistar, sentar para escrever, correr para observar, sentar para escrever, num movimento cerebral louco de colher e materializar todos aqueles conteúdos numa velocidade bastante incomum. Sempre ao som extremamente alto e vibrante dos desfiles que aconteciam na sala 1, ao lado da sala de imprensa.

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E se trabalhar no SPFW já foi de uma gostosice só, trabalhar no SPFW “sendo O Boticário” foi melhor ainda. “Oi, com licença, meu nome é Bárbara e eu sou repórter de Viva Linda com O Boticário” – incrível como essa frase tinha o poder de abrir um sorriso no rosto de quem fosse. Era como se as pessoas, automaticamente, me reconhecessem como uma amiga. E teria como ser diferente? O lounge de MakeB era como uma extensão do evento, a sala de estar das fashionistas, e foi por lá que a gente continuou se virando nos 30.

Tutoriais, entrevistas, cobertura dos bate-papos que aconteciam no lounge… aquele local virou a nossa segunda redação e a cena era sempre a mesma: enquanto as pessoas, fashionistas e blogueiras viviam aquele espaço incrível, a gente traduzia tudo aquilo em conversas  para fazer com que quem tivesse em casa vivesse tudo aquilo com a gente também. Vivi e senti como queria que cada leitora de Viva Linda vivesse e sentisse. E posso assegurar: foi muito, muito bom, ser olhos, ouvidos e coração das leitoras!


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O balanço? 40 horas de trabalho, 39 matérias publicadas em Viva Linda, 01 bloquinho de anotações acabado, pés cansados, amigos incontáveis, risadas infindáveis e um coração transformado. E espero que assim tenha sido, independentemente do grau, para quem levamos ao SPFW nessa incrível mala chamada Viva Linda. <3

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“Leiauteando” a oficina que quer levar a direção de arte para todos

por  Thiago Padilha, diretor de arte na W3haus

Que a W3haus é uma celeiro de talentos, isso não é novidade. Novo é que muitos desses talentos resolveram compartilhar seus conhecimentos por aí. E mais novo ainda é o curso que o Padilha vai dar na semana que vem.

 

A pilha é transmitir conhecimentos básicos de design e direção de arte para quem não trabalha diretamente com isso, mas que sofre para demonstrar suas ideias de maneira visual. Não precisa chorar não, com algumas dicas e sem dor dá pra fazer as ideias voarem, ficando ainda mais bonitas. Há uma busca quase espiritual por sintonia visual do que somos, sentimos e expressamos verbalmente. Levando em conta, neste caso, o meio digital por onde flui a nossa mensagem todos os dias.

 O amor e cuidado que rola na concepção criativa de nossas ideias e no raciocínio das informações que queremos passar adiante pode se perder no momento de tirar do “papel” e colocar na “tela”. É como quando você imagina o que dizer pra quem ama, mas na hora gagueja e acaba falando o que não gostaria. Pequenas noções de design podem salvar uma apresentação, ajudar a vender melhor o seu peixe, criar uma identidade bacana da sua presença visual nas redes sociais e até fazer aquele “convite” de aniversário encher os olhos.

Onde essa ideia nasceu?

 A oficina ganhou vida na W3haus inspirada pelo universo de empatia que a agência tem. Já tinha o projeto há um certo tempo e um dia acordei disposto a pôr ele em prática, chamei uma amiga e colega de trabalho (Fernanda Maciel) para ser minha dupla de coração na condução dos encontros e montei uma apresentação “vendendo” a oficina da maneira mais “leve” possível, brincando com o assunto e deixando menos polêmica a direção de arte. Leveza é a primeira dica da oficina. Direção de arte é como um artesanato, se você pesar a mão o material pode se quebrar e uma boa ideia pode ir fora

;)

A turma contava com profissionais de social media, planejamento, tecnologia, criação, mídia e atendimento o que deixou ela ainda mais rica. A aproximação de várias áreas é positiva e quando você se aproxima do conhecimento da direção de arte cria um novo braço, uma nova lógica para comunicar o que trabalha, pensa, sente. A experiência da oficina foi toda muito divertida, as dificuldades comuns a quem não trabalha com design foram perdendo o caráter fantasmagórico tradicional virando grandes oportunidades para os oficineiros perceberem o quão normal é encontrar limitações na hora de se expressar visualmente em meios digitais. Uma das nossas inspirações foi o cantor Naldo Benny, o som dele foi frequente nas aulas e suas fotos ilustraram muitas das lições das aulas.

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 Semana que vem vai rolar uma oficina de duas noites seguindo os moldes de empatia que fizeram ela surgir na W3, porém com muito mais exemplos, possibilidades e um exercício prático bem divertido no final. Vem-ca-gente!! Juliana está desmaiada, vai ter momentos relaxantes ao som de Naldo (laboral), gente bonita aprendendo a layoutar a vida. Utilizamos técnicas inspiradas nas “correntes” que nossas tias mandam por email, tipo, o que você aprender precisa passar pra mais 10 pessoas (não sei se funciona, mas vai ajudar a não esquecer o conteúdo da oficina).

 

Mais infos da oficina : http://bit.ly/1Et6d99

Vamooo!!

 

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Game On

por Sílvio Teixeira, gerente de projetos da Huia

9 entre 10 meninos que viveram os anos 80 e 90 adorariam ter uma máquina de fliperama para chamar de sua. Pois esse sonho virou realidade na sede da W3haus/Huia em Porto Alegre. Graças à determinação, longas madrugadas e conhecimentos em marcenaria, serigrafia, elétrica, eletrônica e pintura, um grupo de colegas transformou uma  velha carcaça tomada de cupins na diversão da turma na hora de desestressar. 

A ideia era gerar uma mudança de ares na empresa. Algo que permitisse a criação de um ambiente mais descontraído, menos formal. A formalidade nunca foi mesmo uma das nossas características principais, até porque sempre entendemos que o desempenho está fortemente ligado ao quanto nos sentimos bem no nosso local de trabalho.

A etapa de brain foi divertida e muitas ideias surgiram. Uma delas veio de nosso amigo Rodrigo “Sacer” de São Paulo. Nem todo mundo sabe, mas “Sacer” não é nome ou sobrenome do Rodrigo, mas um nick proveniente da época em que ele virava noites em jogos estilo Dungeons and Dragons, e seu personagem favorito era um sacerdote, que acabou por emprestar uma identificação pela qual ele é conhecido até hoje. Reza a lenda que certa vez ligaram para a casa dele pedindo para falar com o “Sr. Rodrigo” e a empregada disse que não havia ninguém com este nome, quando então a pessoa remendou: “- O Sacer”, ao que ela respondeu com alegria: “Ah, o Sacer está sim!”, mas isso já acho que não é verdade.

A sugestão do Sacer foi que comprássemos uma máquina de fliperama. Nada destas traquitanas modernas, mas o bom e velho fliperama que foi parte da infância de tantos que hoje trabalham na nossa empresa. A ideia parecia boa, no entanto o valor que poderíamos gastar não era suficiente para adquirir uma destas máquinas. As poucas que existem no mercado são tratadas como raridades e seus donos colocam preços de acordo com sua afeição por elas e não por sua funcionalidade. Já estávamos quase jogando a toalha quando nosso colega Luiz Sordi (cujo nome é assim mesmo, não tem historinha não) encontrou uma destas máquinas para venda com um preço bastante baixo. O próprio anuncio já dizia “máquina com severos danos”. Pela observação do vendedor você pode imaginar o que se poderia esperar, e realmente não nos decepcionou! A máquina poderia passar facilmente por um amontoado de lixo. Ela estava completamente carcomida pelos cupins, larvas e outros animais que, acreditamos, não tenham sido catalogados ainda por qualquer biólogo. As opiniões divergiam entre comprar para reformar, desistir ou atear fogo (que inicialmente foi a sugestão mais aceita).

No final das contas o desafio foi aceito e compramos a máquina, ainda que sob o olhar desconfiado do vendedor, que não acreditava ter se livrado do encosto que mantinha guardado há tanto tempo. Era bem verdade que a placa eletrônica e o cinescópio (o tubo da tv) funcionavam, ainda que fosse necessário segurar alguns fios para que eles não encostassem uns nos outros, o resto era uma verdadeira incógnita.

Quando tentamos colocá-la dentro do furgão para trazê-la para a empresa, o primeiro revés: a parte do fundo se soltou, esfarelando nas mãos do prestativo Ongarato (nosso especialista para assuntos elétricos). Juntamos os pedaços e trouxemos para a empresa.

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A chegada não foi recebida com o apupo que julgávamos. A máquina não causava boa impressão e as apostas estavam em 5 por 1 de que desistiríamos antes de fazê-la funcionar, mas aqui é Huia, e nós estamos aqui para fazer o que nunca foi feito, ou na pior das hipóteses, refazer algo que estava se desfazendo…

A reconstrução da máquina foi um trabalho de muitas mãos, enquanto o Luiz Sordi jogava inseticida líquido por entre as frestas da madeira, tentando salvar o que fosse possível, o Ongarato separava a parte de baixo da máquina que não podia ser salvo, cortando a madeira com uma furadeira (serra é para os fracos). Em outra frente, o Silvio Teixeira (sim, este que vos fala, ou escreve no caso), vetorizava a logomarca para adesivar novamente a máquina que se esperava ver ressurgir das cinzas.

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A batalha estava sendo vencida pela máquina quando recebemos a ajuda inesperada do nosso colega Emil, que do nada apareceu com máquinas, maletas de ferramentas e uma habilidade só encontrada em profissionais do ramo da marcenaria. A partir dai o ânimo foi renovado e a máquina recebeu finalmente uma nova base e uma substituição das partes que não puderam ser salvas (e foram muitas!). Os botões foram trocados, a fiação foi refeita e aos poucos ela retomou a forma, o suficiente para vermos que estávamos no caminho. No entanto ainda faltava uma parte crucial do processo: ligar a máquina. Se ela não explodisse já estaríamos no lucro…

Conexões feitas, ligada na tomada, chave em on! Algumas coisas têm o poder de nos dar um nível de satisfação difícil de descrever. Quando aquela música inconfundível preencheu o ambiente, não ouvimos gritos, nem aplausos, nem palavras… Só sorrisos, e um tanto deste sentimento gostoso que enchia a gente de maneira incomensurável. Ela funcionava! É bem verdade que na tela do jogo os bonecos pareciam mais verdes do que deveriam, e que o alto-falante rasgado não dava conta da potência do som, mas estes detalhes passavam completamente despercebidos naquela madrugada alta, e não passavam disto, apenas detalhes que seriam resolvidos facilmente.

E assim foi, três demãos de tinta fizeram novos milagres. Os adesivos personalizados foram criados, impressos e recolocados, a iluminação, o som e as cores foram devidamente ajustadas. E algumas coisas ainda puderam ser melhoradas em relação ao projeto original, tal como o sistema de ficha que permite o funcionamento da máquina que foi mantido operacional, mas como alternativa foi instalado um botão para permitir o uso rápido e o controle de volume, que permitiu o uso da máquina sem atrapalhar quem estivesse trabalhando quase ao lado.

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O sucesso foi imediato, até selfie com a máquina o pessoal tirou para colocar nas redes sociais, enquanto que ao lado dela, um Xbox One desolado e abandonado era obrigado a ver a fila se formando de jogadores para uma rápida partidinha do ultimo lançamento do ano de 1996!

 

 

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O óbvio, as falhas e o real time: por que sua marca deveria estar pensando nisso?

por Vivian Jung, Planejamento da W3haus

A W3haus esteve no Facebook Brand Summit 2014, evento em que o Facebook  reuniu marcas e agências para discutir as tendências em comunicação no ambiente digital e na maior plataforma de mídia social do mundo. Vivian Jung, da nossa equipe de Planejamento, conta a seguir um pouco da sua visão sobre os pontos que mais chamaram a atenção no evento.

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Quem gosta de errar? A pergunta que abriu o Facebook Brand Summit 2014 parece ter uma resposta óbvia: ninguém. Mas é desse ponto que parte a discussão de como agir rápido, em versão beta, para estabelecer uma conversa com o target. David Droga (Droga5) abriu o evento dizendo que ama publicidade, mas que ela poderia fazer mais do que está fazendo. “Por que alguém se importaria com o que estamos fazendo? E com o cliente? O que estamos criando para conversar? Eu quero fazer coisas que de fato contribuam para a sociedade, que interessem os consumidores, não coisas bonitas ou criativas”. É preciso mudar a forma de chegar no consumidor, agir rápido e não ter medo de falhar. Mas como minimizar os erros da tomada de decisão real time?

“Eu gosto do óbvio”, disse David Droga. Porque o óbvio é de verdade. Se em real time não se tem muito tempo para avaliar, nem certezas sobre qualquer iniciativa antes do seu lançamento, existe uma forma de reduzir a chance de falha: falar o óbvio. Não das marcas, mas do consumidor. O óbvio é o contexto de vida das pessoas, é o que afeta suas realidades diretamente, é trabalhar falando disso porque isso é relevante. E se você estiver falando sobre algo em que a marca acredita, já estará falando sobre você. E para as agências: não subestime o cliente, ele conhece o contexto em que a marca está inserida melhor do que você. “Antes o contexto do que a execução”, disse David, que acumula cases de sucesso a partir de ideias óbvias como essa:

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[Under Armour, Misty Copeland – I WILL WHAT I WANT]
Drivers Droga5: Creatively Led. Strategically Driven. Digitally Native. Humanity Obsessed.

Operação Real Time e Conteúdo feito por consumidores

Nessa Copa, a Coca-Cola desenvolveu uma operação real time totalmente dedicada para pesquisa e ações da marca no evento. A estratégia se embasou em quatro pilares:

1- Ouvir
Diariamente, toda a equipe analisava reports do que estava sendo falado nas redes sociais, nos canais da marca e sobre os concorrentes, fazendo a leitura contextual. Um report semanal trazia a leitura dos atributos da marca, com indicadores de conexão emocional, intenção de compra e associação positiva com a marca. “Precisava incorporar algo que estivesse de fato acontecendo na vida das pessoas”, disse Adriana Knackfuss, diretora de Real Time Marketing da Coca-Cola.

2-Falar
A marca produziu 12 infográficos, 20 vines, diversos posts e tweets, 3 real time mash ups com fotos no telão dos estádios etc. Na comunicação offline, quebrou alguns paradigmas ao tentar aplicar o mindset de digital para outros meios. Foram veiculados 10 filmes para a TV em 32 dias. Segundo Adriana, essa atuação privilegia o contexto frente à superprodução, ao formato criativo e à execução técnica.

Mas além de falar sobre o que as pessoas estavam falando, uma das iniciativas no digital foi além: deu voz aos próprios consumidores. Oito adolescentes de população carente foram apadrinhados e cobriram o evento de forma autoral, postando o conteúdo produzido em suas próprias redes e nas redes da Coca-Cola. Eles tiveram total liberdade e, segundo Adriana, os conteúdos criados por eles foram melhores do que os da própria marca.

Nesse exemplo de comunicação através dos consumidores, ao mesmo tempo que se perde o controle, diminuem as chances de errar. Pode soar contraditório mas, pensando bem, é até óbvio, né? É contexto puro “apenas” envelopado pela marca.

3-Reagir
Já no terceiro pilar, poucas marcas teriam equity suficiente para se arriscar (afinal, é a Coca-Cola). Ao mapear menções que falavam positivamente a respeito da Copa, a marca passou a interagir em conversas que ela acreditava que seria bem recebida. Em 99% dos casos, as pessoas ficavam felizes em ver a Coca-Cola interagindo espontaneamente com elas.

4-Amplificar
Trabalho de mídia, PR e influenciadores. Três profissionais de performance ficavam ao lado da criação acompanhando tudo que “saía do forno” e pensando em como amplificar da melhor forma.

“Mais do que uma campanha, a gente entende que é a nova forma como vamos engajar nossos consumidores daqui pra frente”, diz a diretora.

Resultados: marca mais associada à Copa, maior recall. 84% da população impactada com o plano. Recorde de engajamento emocional com a marca, de 65% para 92% positivo.

Lançamento Skol alumínio

Não subestime seu cliente, mas também não subestime seu briefing. A transformação de uma campanha em um novo projeto muitas vezes depende da iniciativa da própria agência. O projeto Skol Design, que criou uma loja de objetos de decoração com o produto, nasceu de um briefing para o lançamento da garrafa de alumínio e de um problema: todos os concorrentes já tinham lançado essa garrafa e não havia nenhum diferencial comunicável para o lançamento da Skol. Então, o diferencial foi inventado e isso ainda gerou negócio para o cliente. Em um mês, mais de 60 mil kits foram vendidos, alcançando R$ 3 milhões de retorno.

Antes feito do que perfeito

Dermacyd apresentou o case “Vagão para Mulheres”, projeto criado para o metrô do Rio de Janeiro no momento em que a pauta do transporte público brasileiro era o problema dos encoxadores. A ação gerou conversa e chamou a atenção para o assunto, incentivando uma discussão coletiva sobre os valores envolvidos na iniciativa. Os resultados do case mostram tanto apoio de usuários quanto críticas feministas alinhadas com um pensamento emergente de não-isolamento das mulheres, mas de reeducação para os homens.

A marca agiu rápido. Agradou uns, desagradou outros, mas sem dúvida canalizou o buzz do assunto para a marca e, indiretamente, estimulou uma discussão positiva para a sociedade. É evidente: se a conversa é polêmica, a marca não agradará a todos ao participar dela. Especialmente por isso, a causa da marca precisa estar muito bem definida para orientar a forma de entrar nos assuntos – entendendo que essas são as melhores oportunidades, não só para a marca aparecer, mas se posicionar e reforçar seus valores, sejam eles dominantes ou emergentes. Com todos seus acertos e erros, esse é um case que ilustrou bem o conceito do evento e um dos principais drivers para quem quer fazer real time marketing: antes feito do que perfeito.

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Sócio da W3haus entre os mais inovadores da comunicação e do marketing no Brasil

Alessandro Cauduro sócio fundador da W3haus, foi escolhido entre os 50 profissionais mais inovadores da comunicação e do marketing no Brasil. A lista completa está na edição impressa especial “Innovation Issue” da Proxxima. http://w3ha.us/1t27wpi

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Em pesquisa com 1000 profissionais, W3haus é a agência mais citada pela qualidade do trabalho.

A Trampos.co e Alma Beta realizaram a pesquisa “O Raio X dos profissionais de Mi?dias Sociais no Brasil” com 1037 profissionais de mídia social de todo o Brasil. O resultado foi divulgado ontem durante o Social Media Week SP e a W3haus ficou em primeiro no ranking como a mais citada pelo seu trabalho!

Baixe a pesquisa completa aqui: http://w3ha.us/ZeoDx7

Pesquisa Trampos.co

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LG proporciona experiência de fotografar com G3

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Site interativo criado pela W3haus transforma usuários em fotógrafos com um simples movimento das mãos

Após desembarcar oficialmente no Brasil em julho, o LG G3 tem conquistado muitos fãs por suas várias funcionalidades inovadoras, como ótima conectividade e alta resolução da câmera, por exemplo. Para reforçar essas e outras características do modelo, a W3haus criou a ação Photo Experience, que consiste num site interativo no qual é exibida uma simulação de um ensaio sensual com os modelos Veridiana Bressane para a revista Trip, e Zé Tepedino para a revista TPM, agradando aos públicos masculinos e femininos.

A ideia do site www.photoexperience.com.br é fazer com que o usuário possa tirar fotos dos modelos durante o ensaio, com um simples gesto de mão na frente da webcam. Com esse movimento, o usuário cria uma sessão de fotografias assinadas por ele compondo um álbum em formato de revista, disponível para download e compartilhamento nas redes sociais.

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A interação com as revistas Trip e TPM é fruto de uma parceria entre LG e a Editora Trip. Esta parceria também possibilitou que seis formadores de opinião participassem dos ensaios com os modelos e tirassem fotos com o G3, que serão publicadas nas próximas edições impressas das publicações.

“Uma das ferramentas de destaque do G3 é a Quick Selfie, que reconhece o abrir e fechar da mão do usuário em frente à câmera, faz uma contagem regressiva automática e bate a foto sem a necessidade de clicar em qualquer botão”, explica Bárbara Toscano, gerente geral de marketing de celulares da LG Electronics no Brasil.

De acordo com Mathias Almeida, diretor de criação da W3haus, toda a ação Photo Experience faz referência à essa tecnologia da LG. “Criamos uma ação que reproduzisse essa mesma sensação e proporcionasse a experiência de ser um fotógrafo profissional com o G3”, explica.

A ação digital faz parte do conceito #simplesmenteincrível, criado para o lançamento do LG G3. Além disso, a parceria com a Editora Trip também prevê peças para mobile e anúncios de iPad comunicando a ação digital.

 

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O Boticário lança experiência de realidade virtual para Make B. Tropical Colors

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Marca é uma das primeiras do mundo a utilizar Oculus Rift em um site

O site produzido para a campanha de Make B. Tropical Colors permite a imersão no conceito da nova coleção de maquiagem e perfumaria de O Boticário por meio de uma experiência interativa. Nela, o usuário controla uma câmera em primeira pessoa dentro de um cenário 3D com árvores e plantas exóticas inspiradas na exuberância das florestas tropicais.

A interação com a floresta digital revela os produtos da coleção conforme o caminho percorrido pelo usuário e ele recebe informações detalhadas a cada item descoberto. No final da experiência, é possível montar a cesta de produtos e efetuar a compra dos itens que foram encontrados.

Desenvolvida em WebGL, nova plataforma de desenvolvimento 3D suportada pelos browsers, não é necessário instalar plugins para ter acesso à experiência.

A trilha sonora da brand experience foi capturada com técnica binaural para dar a sensação de transportar a pessoa para dentro do cenário. Além disso, quem possuir um Oculus Rift terá uma experiência ainda mais realista ao interagir em um ambiente de realidade virtual.

É um dos primeiros sites do mundo a ter suporte para Oculus Rift, recurso que estará disponível na próxima geração de browsers. Para testar o site com Oculus Rift, é necessário baixar uma versão beta do Chrome ou Firefox.

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Startup Bloom Digital Research na VOCÊ/SA

A Bloom Digital Research, startup de pesquisa digital do NonConformity Group, está na Você/SA deste mês. Conheça sua história.

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W3BAND toca hoje à noite na DIVINA COMÉDIA

Hoje às 23h tem W3BAND na DIVINA COMÉDIA (República, 649, do lado do Ossip em Porto Alegre).

A banda conta com Ju Moreira e Gabriel Ijuí, nos vocais; Miguel Neves e Thiago Padilha, nas guitarras; Will Rodrigues, no baixo; Ariel Serafini, nos teclados; e, revezando-se na bateria, Bruna Rodrigues, Renata Crawshaw e Tiago Ritter

A Conjunto Musical Gilez faz a abertura. Ingressos por R$ 15. — com Tiago Ritter, Rodrigo Muzell e Alexandre de Santi.

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